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quarta-feira, agosto 08, 2007

A homenagem merecida

Pois que, na semana passada, recebi uma reclamação por parte do meu Bom Amigo-Vizinho-Tripeiro por não ter mencionado nem uma linha (agora imaginem-me a juntar o polegar com o indicador da mão direita à frente da cara, ilustrando com veemência o “nem uma linha, nem umazinha assim, canudo!”) sobre o nosso passeio até à concentração de motas de Faro, há mais de duas semanas atrás...

...pois que eu também já tinha dito que este blog não é um diário da minha vida...

...ainda por cima, o Sr. Wally (que também foi connosco) decidiu escrever um comentário à laia de post sobre o assunto, comentário esse que eu só não eliminei porque estava com imensa piada, ainda que falasse em demasia do meu “small behind”!

Mas pronto, cá vai: foi giro! Foi muuuuuiiiiito giro!

Na verdade, não venham cá com tangas de “ah!, e tal, vida de motard é difícil”. Pois... e vida de pendura? Pensam que é fácil, não? Ainda por cima numa R6, conhecida por ser a mota mais desconfortável para quem vai atrás. E as dores nos braços e nos peitorais por ir com as mãozinhas no depósito, hum? E nas perninhas e nas coxas por causa das travagens? Ah pois é!

E os dois elásticos do cabelo que perdi pelo caminho por causa da velocidade? E as chocas que tive de tirar do cabelo quando voltei para casa, que gastei um frasco de amaciador (do bom, obviamente) e estive meia hora a pentear o cabelo (aquela parte do pescoço para baixo, já que a outra foi protegida pelo capacete)? Disso ninguém fala, claro!

Bem, aquilo é um pouco como na farmácia: tem de tudo. Ainda que não tenha entrado na concentração em si mesma, vi o ambiente, as gentes, as motas, os rabos de fora das outras penduras que, “distraidamente”, mostravam... adiante! Pois eu levei um belo cinto a apertar-me bem as calças de ganga, já que a posição em que ia era suficientemente apelativa. Acho que era por isso que raramente éramos ultrapassados. Agora que penso nisso...

... (estou a pensar)...

... (shiu! Ainda não acabei, estou lenta)...

... há lá coisinha mais sexy...

... que um cabelo a cheirar a sem chumbo 95? Hum?

Miúdo, agora que já falei sobre o assunto, deixas de amuar e levas-me a dar uma voltinha? Sim, porque aquela desculpa do “ai, levantei-me às 5 da manhã para apanhar a camioneta para Lisboa, estou mais morto do que vivo, pode ficar para outro dia, pode?” não foi mais do que uma pequena vingança, que eu bem sei! Hás-de querer sopinha fresca, acabada de fazer, hás-de!

Hum, acho que hoje estou em modo cá-se-fazem-cá-se-pagam...

Tudo isto para tentar abstrair o pensamento por um bocadinho e tentar não me lembrar que devo ter uma conversa, no mínimo delicada... e... se calhar... abalar as férias de algumas pessoas. É chato, eu sei, mas tem de ser. Vá lá, uma forcinha, que a verdadeira artista é aquela que se esforça!

quinta-feira, julho 19, 2007

Poliquê?

Nota prévia (antes que comece): o presente texto não pretende, de forma alguma, tecer juízos de valor acerca das escolhas dos outros, cada um tem as suas preferências e saberá o que é melhor para si próprio. Não sou moralista nem conselheira, pois:
- se os conselhos fossem bons... não os dava: vendia-os!

- se nem sempre sei gerir a minha própria vida, porque raio deverei teorizar sobre a dos outros

- tenho vida própria (e este argumento bastaria por si só, mas eu gosto de escrever baboseiras)

Siga...


Enquanto dou uma de Big Brother is watching you (1984, George Orwell – ou pensavam que era invenção da cabeça loira do Piet Hein*, hum?) vendo através de que palavras-chave é que certos e determinados pára-quedistas vêm parar aqui ao engano** (sim, porque ninguém no seu perfeito juízo assenta arraiais neste blog por vontade própria), aproveito este espaço (o meu speaker’s corner privado – ai que eu hoje estou tão culta!) para deixar umas palavritas sobre... poliamor!


Ontem ao final da tarde, já pela fresquinha, voltava feliz e contente para casa na minha banheirola estilosa e confortável, quando prestei atenção ao programa que estava a passar na rádio, a saber: Prova Oral, da Antena 3.

E pronto, lá descobri que, para além de ser poliglota e multifacetada, sou igualmente poliamorosa!

Bom, antes que comecem a chover mails com frases de empatia e/ou convites alternativos, passo a explicar: eu amo-me incondicionalmente. Sem restrições, mesmo! E sei isto porque, mesmo quando faço asneirada da grossa, lá me recrimino um pouco, auto-censuro-me e tal... mas continuo a adorar-me como se fosse a mais bela criação actualmente a passear pela Terra***.

E depois, como tenho muitos interesses, vou-me “desmultiplicando” nas minhas várias facetas, de acordo com o que estou a fazer na altura. E gosto sempre desse meu eu, ou não fosse hedonista...

Agora, se me colocam a questão: e não tens ciúmes? Quer dizer, ao amares tantas personalidades, algumas delas influentes e tudo, não terás medo que também elas se virem amorosamente umas para as outras?

Pois, aqui é que a porca torce o rabo! É que, há uma parte de mim que é ciumenta... e outra que não é! Mas até agora tenho conseguido manter “ambas as duas” neste parco equilíbrio. Desde que não se cruzem...

Com tanto amor distribuido já por mim, desconfio ser capaz de amar e me dedicar apenas a uma outra pessoa para além de mim própria. O difícil será encontrar alguém que reúna o consenso e a aprovação dos meus vários eus. É que há-de haver um ou outro que irá torcer o nariz a algum aspecto que seja de encaixe mais difícil...

É que para além de ser “multipersonalizada”, sou também esqui... esqui... esquisita, é isso!

E a fidelidade, onde é que fica? Bom, eu serei sempre fiel... a mim própria! Não é à toa que uma das minhas frases favoritas é mesmo a “I love me so much, I wanna kiss myself!”


Começo a dar razão ao meu pai quando ele me diz que já leu outros blogs e que esses eram inteligíveis... cá pra mim, ou falavam de sexo ou de futebol...


Banda sonora... ora cá está uma das minha músicas favoritas de todos os tempos. Laid, dos James. Nunca percebi porque raio sempre fiquei fascinada com ritmos cujas letras são do pior, mas enfim. Às tantas, é mais uma das minhas personalidades que ainda não se definiu... medo!

Hum... irei criar brevemente a lista das músicas que já aqui passaram... [Actriz, em modo organizado]


* Porra, só eu é que não apareço na Wikipedia! Ainda...

** E tem cada pérola! Céus, fico na dúvida: deverei rir que nem uma tonta, ou chorar quem nem uma Madalena?

*** Há uma faceta minha que insiste em dizer-me que sou mesmo a “ultimate masterpiece of creation”, mas creio que foi de férias; é que já há uns tempos que não me acompanha...

sexta-feira, julho 13, 2007

Expressões que eu gosto – II

...guiar com o quico no côto, destrocar caixa duas abaixo, desfazer a rotunda de ladeiro e seguir de gazonete...

É a verdadeira expressão à guna! Mai nada! Lindo!

Tenho mais umas na algibeira, mas estas merecem destaque. É que ando a treinar para a concentração de Faro do próximo fim-de-semana...

Músicas: como só posso mudá-las em casa, só mais daqui a pouco é que irá acontecer. E estou com dúvidas entre o Baila Morena do Zucchero (baila morena.... sotto questa luna piena...), o Feeling Alive do Gomo (Hey, I'm feeling alive, I was loaded as dice, Sweet and sticky inside, I'm feeling love…) ou ainda o Caviar do Zeca Pagodinho (você sabe o que é caviar? Nunca vi, nem comi, eu só ouço falar...). E esta é a minha shortlist mental. Muito ortodoxa, portanto...

OK, está escolhida. Bom fim-de-semana!

domingo, julho 08, 2007

Sexo ou romance?

Nota 1: para quem veio aqui parar através de alguma pesquisa do google, aviso já que, muito provavelmente, aquilo que eventualmente procuram não se encontra aqui; ainda assim, vejam os vídeos, são giros!

Nota 2: não, não será sobre mim. É claro que, se me pedirem opinião sobre algo relacionado com o título deste post, muito provavelmente direi: "Sim! Muito! Dos dois!" enquanto arregalo os olhos e bato palminhas de contentamento; ainda assim, vejam os vídeos, são giros!

Assim a frio, cá está o primeiro (cuidado com as imagens chocantes e os barulhinhos estranhos... é que estamos a falar de cinema europeu...):



Ou seja, fiquei a saber através desta notícia, que os dinheirinhos da UE andam, entre outras políticas bem mais idiotas (assim de repente, a PAC é a que me faz mais espécie - outra expressão que gosto, fazer espécie) e pouquíssimo lucrativas, a ser utilizados (e muito bem, neste caso), na promoção do cinema europeu.

Acho bem. Ponto.

Agora, a pergunta que se coloca é: o teaser não será um pouco exagerado? Quer dizer, façamos a comparação com este vídeo, que promove exactamente o mesmo (cinema europeu), é financiado pelos mesmos gajos (nós, os que pagamos impostos aqui na UE) e feito igualmente a partir de cenas de filmes... europeus: [esta é a altura em que o Lauro Dérmio entra e diz "letas luc éta treila ande faleite aguene"]





É bonito. Queriducho. Fofo, até.

Mas acho bem mais chamativo o anterior.
E gosto do slogan: "let's come together". Dá a ideia de união. Afinal de contas, estamos a falar de União... Europeia, certo?

Concluindo, neste caso teremos:
Sexo - I
Romance - 0


Ora a banda sonora...
E que voz mais sensual que a da Carla Bruni para acompanhar?
Música: Le ciel dans une chambre (cantado pela Carla, o original é italiano e não sei de quem é a autoria, mas esta versão é linda e muito, muito sensual)
...ainda que a música que não me sai da cabeça seja outra...

quinta-feira, junho 28, 2007

Pequenas e grandes pérolas – VI + Expressões que eu gosto

Pois que tento aqui reunir vários temas ao mesmo tempo, dando alguma (pouca) organização aos mesmos, já que pouco terão a ver uns com os outros, mas quero escrever sobre todos eles e não me está a apetecer dedicar posts integrais a cada um. E tenho mais que fazer, ora bolas!

É que nunca há tempo para nada, e ainda menos quando vou de fim-de-semana a casa. E este tinha bónus: São João + visitas dos amigos estrangeiros da minha mana, que nós temos a mania que somos muito internacionais.

Pequenas pérolas:

- Almoço de Sábado: francesinha com vista para o rio Douro. Vá lá, é que nem me recordo quando terá sido a última vez que enfardei uma... pelo menos há dois anos...

- Na continuação do tema comida: jantar de Sábado e almoço de Domingo. Sem comentários para além de: exagero e muito bom!

Grandes pérolas:

- Copo com o Melões (e não só) na Sexta no Twins, com direito a longa sessão de comentários sobre quem passava, de perto e de longe, pois ninguém escapou às nossas bem afiadas línguas. Não nos deu para dançar... olha, deu-nos para comentar as espécies que decidiram frequentar tão elegante local na mesma altura que nós;

- Turismo na própria cidade: viagem de barco (travessia das 6 pontes – sim, que nós não fazemos a coisa por menos!!! São logo seis e não se fala mais no assunto, a não ser que seja para construir mais uma... ou duas, já agora!) com direiro a ir para a cabine do capitão e fazer a viagem toda lá, uma vez que a proa já se encontrava cheia de puboum. Até agora não entendo como aconteceu, mas a verdade é que, mal entrei no barco, comentei algo do tipo “eh pá, já não temos lugares cá fora, acho que teremos de ir lá para dentro, o que é uma pena, pois aqui parece mais giro”; logo de seguida, um senhor com toda a pinta de velho lobo do rio virou-se para mim e disse “olhe, sigam em frente até ao fim do barco, subam as escadas e podem fazer lá a viagem”. Quando lá chegamos, percebemos que era a cabine do comandante, com o leme e mais os restantes aparelhómetros. Enfim, once VIP, always VIP.

- Visita a duas caves de Vinho do Porto (incluídas no bilhete do passeio de barco), com direito a dois copos de prova em cada uma delas...

- Noite de São João: o fogo, os balões, as marteladas, a animação, as festas na rua, o mar de gente por todo o lado. Tudo! É, definitivamente, a minha festa favorita!


And now, for something completely different...

Comecei a reunir meia dúzia de expressões que considero engraçadas. Creio que algumas são de lá do Norte, mas não tenho a certeza sobre quais são usadas onde e por quem. Para além disso, a maior parte delas não serão mais do que calinadas no português, mas isso não me impede de gostar delas da mesma forma... E como não me apetece explicar o que elas significam, deixo aqui frases soltas, sem ligação, em que reúno de forma mais ou menos coerente as ditas expressões (é que nem eu sou a Edite Estrela, nem as expressões representam bom português, antes pelo contrário!), de modo a que se entenda o que querem dizer. Acho.

Aqui há atrasado, numa ocasião, em antes do São João, fui tomar café com um amigo que é, também ele, do Porto. Como até moramos relativamente perto um do outro, ele até me foi buscar, pois a minha casa fica em caminho do café.

Assim como assim, a bem dizer, até vai tudo a eito, pois vai-se a ver e falta-me tempo para fazer isto com mais vagar.

De modos que, ó depois de saber as novidades... olha, tou prá minha vida!

Gosto, prontos!

terça-feira, junho 12, 2007

Efeito Lynx... ou Axe... vai dar no mesmo!


Ando fascinada com os novos anúncios daquele desodorizante que deixa as mulheres doidas, esse tal de Axe.

Pelos vistos, em alguns países é conhecido como Lynx; ora, este fenómeno de dar nomes diferentes ao mesmo produto de acordo com os países onde é vendido não é novo. Afinal de contas, e continuando no segmento dos desodorizantes, o hoje conhecido como Rexona, foi, durante muitos anos, Rexina aqui em Portugal.

De facto, o que me cativa nos ditos anúncios não é apenas o imenso humor à volta das cenas tristes e exageradas que as mulheres fazem por causa daquela atracção supostamente irresistível e, por vezes, patética e apatetada; na verdade, é o facto de, ao longo dos anos, os anúncios serem diferentes, mantendo contudo um padrão muito próprio que nos faz reconhecer o produto ainda antes da imagem final em que o mesmo é mostrado.










Gosto particularmente deste, pela dança do sol e da Chuva (ou lá o que é) que a mocita faz.

Em suma, estes anúncios e os 3 que estão a passar nos nossos canais combinam humor, atracção e efeito surpresa numa imagem que ser quer coerente!

Gosto!

Se os senhores que fazem as campanhas da FIAT (a.k.a. Fix It Again, Toni) tivessem mantido um fio condutor nos anúncios televisivos, talvez as vendas dos últimos anos tivessem sido, enfim... menos desastrosas...

To sum up, o marketing pode ser bastante poderoso no que toca à fidelização a uma marca!

sexta-feira, junho 08, 2007

Dificuldades no acesso à cultura

Vi nas notícias ontem à noite e esta manhã (gosto de ligar a TV logo de manhã para me certificar como irá estar o tempo e poder adequar o meu humor accordingly) que rebentou uma conduta de água (ou lá o que foi na realidade, já que estou farta de procurar na net notícias sobre isso e não consigo mesmo encontrar – estou a perder qualidades, é o que é!) no Parque Eduardo VII, onde, por coincidência, decorre a 77ª Feira do Livro de Lisboa (a do Porto costuma ser no Pavilhão Rosa Mota, mas antes, há muito tempo atrás, era na Rotunda da Boavista, que eu ainda me lembro).

Resultado: um rio a correr pelo Parque abaixo, entre as barracas, impedindo o poboum de passear tranquilamente e aceder aos livros do dia e outros mais.

Ora, como ontem foi feriado, não haveria ninguém, nem uma alminha para amostra (Diabba, espero que não tenhas nada a ver com o assunto), que se dignasse a resolver o assunto (que vergonha!!!). E, como é bom de ver, aquilo é que foi sacudir a água do capote (primeiro trocadilho do post, a ver se ainda consigo fazer mais) no que toca a responsabilidades, pois, como é de esperar (e muito infelizmente, digo eu), a EPAL descarta-se (sem dizer água vai - cá está o segundo) e a Câmara de Lisboa (que só mete água - até nem está a correr mal) também. Por acaso não estão à espera que seja a Associação de Livreiros a tratar do assunto, não?

Enfim, em vez de termos um banho de cultura, temos um banho na cultura (sempre a somar).

Ou então...

Deu banhada!

Poderia ainda acrescentar

Ou então, deu barraca!!! Ai não, as barracas já lá estavam...

Realmente, já há algum tempo que se fala em limpar aquela zona, mas não me parece que seja bem disso a que se referem...

Perdoem-me as piadas secas, mas para água a mais, já basta na Feira do Livro, hehe!

terça-feira, maio 15, 2007

Ideias sem nexo – I

Eis que após o “Pequenas e grandes pérolas” e o “Anúncios”, começo uma nova rubrica, o “Ideias sem nexo”. A periodicidade é quando eu quiser (lógico) e até pode ser o único (imagine-se!!! Loucura!).

Deixo duas. Aconselho vivamente a leitura apenas e somente da primeira. É que isto de dar títulos soft a assuntos mais que muito sérios, polémicos e na berlinda tem que se lhe diga. E a segunda pode chocar pela minha forma muito crua de ver a situação.

Ideia sem nexo Alfa (para ser original)

Proponho seguir e torcer por jogadores de futebol em vez de ser fã de clubes! (eu avisei que esta é uma ideia sem nexo). Ainda assim, vou argumentar, que isto não é assim tipo “ah, que giro mandar uma posta destas e depois ninguém percebe – quando, muitas vezes, por mais que me explique ninguém me entende... adiante, que se faz tarde”;

Ora nós:
- mudamos de roupa(bom, nem todos, mas desta vez estou a generalizar)/calçado/corte de cabelo
- mudamos de namorado(a)/marido(esposa)/amante/whatever
- mudamos de partido político
- mudamos de curso/emprego
- mudamos de casa/cidade/país
...
E não mudamos de clube de futebol (fora a minha mãe que torce por quem ganha, ao menos assim anda sempre contente, mas no que toca a futebol é uma vendida – também, não liga puto à bola, convenhamos).

E, na verdade, tirando o Jorge Nuno Pinto da Costa, somos os únicos (nós, os adeptos) que se mantêm ali firmes e convictos (não, não é hirtos – barras de ferro não são para aqui chamadas), enquanto que todos os outros se mudam para outros clubes e campeonatos. Bolas, mas que credibilidade é que isto dá?

Eu fiquei cheia de pena quando o Mourinho deixou o meu rico FCP e foi lá para a Bifalândia (termo emprestado da CK, embora os beefs me façam lembrar lagostas cada vez que voltam para a terra deles e se “esqueceram” que o Sol algarvio é forte e não perdoa).

Achei mal quando se decidiu “nacionalizar” o Deco; caramba, o tipo é brasileiro, bolas! (ainda que torne a nossa selecção um pouco mais compostinha, admito).

Vejo jogadores a serem comprados e vendidos (todos temos um preço, a bem da verdade) e a mudarem de camisola (nunca esta expressão fez tanto sentido) a cada 6 meses. Isto é, o clube continua, mas a equipa altera-se completamente. No limite, poderemos ter uma troca inteirinha de jogadores de um clube para o outro e vice-versa. E isto confunde, pá! (ai a minha costeleta de Floribella a vir “ao de cima” e eu que nunca cheguei a ver um episódio inteiro)

Assim por assim, mais vale escolher um jogador, ainda novo (e, de preferência, giro), em início de carreira e segui-lo, torcer por ele, acompanhar a sua ascensão (ou não, caso não vingue). Quando chegar a altura de descalçar as sapatilhas, escolhemos outro. É mais coerente, não é?

Agora que já escrevi muito e não disse nada, garantindo a perda de interesse por parte de quem aqui veio ao engano (ou seja, todos!), cá vai a segunda ideia:


Ideia sem nexo Beta

E tudo isto não teria sido evitado se tivessem arranjado uma baby-sitter?

E aqui, vale a pena argumentar?