Esta nova rubrica – a existir, já que eu mudo de ideias quase tão depressa quanto a minha rica mãezinha – vem um pouco no seguimento das ideias sem nexo. Sim, é capaz de se sobrepor um pouco, mas eu não estou nem aí com isso, tá? E não me venham chatear a bolha, que hoje, ainda que esteja muito bem disposta, tenho umas coisitas para “amandar” cá para fora, senão ainda rebento... e o assunto nem tem nada a ver comigo.
Como tal, vamos lá encher chouriço de forma a garantir o desinteresse por parte de quem me lê e, no fim (ou pelo meio) escrever o que realmente me aperta o calo hoje (esta táctica costuma funcionar... ou não!)
Frase polémica e egocêntrica
O bolo de chocolate está a fazer sucesso entre os colegas que andavam saudosos por dar uma dentada nalguma iguaria que envolvesse a minha pessoa.
Uma vez mais, concluo que gosto mesmo é de fazer os bolos e impingi-los a quem me rodeia. Quer dizer, não preciso de impingir; a verdade é que a parte que trouxe hoje para os meus colegas do estaminé já está transformada em bolo... alimentar.
Ideias avulso não necessariamente ordenadas
Admito que não tenho acompanhado o caso por aí além, pois, cada vez que me chegam dessas novidades aos ouvidos, tenho tendência para trepar pelas paredes. E, entre ontem e hoje, lá chegaram, já que vi os noticiários.
Aquela minha ideia sem nexo Beta até era lógica; mas pronto, não se pode chorar sobre o leite derramado.
Este caso é notícia há 3 meses. À conta dele, os tablóides ingleses venderam como pãezinhos quentes, a família teve uma audiência com o Papa e anda a ter férias pagas desde essa altura, o nosso país poderá ter perdido em termos de turismo (e as más percepções sobre algo são as que mais tempo duram)... a quantidade de missas, concertos, donativos, o raio que o parta (e, se este blog não fosse lido por gente decente, terminaria com a expressão “e a P%$# que o pariu!!!”) e mais sei lá o quê, pois, como antes escrevi, não estou ao corrente de tudo... mas, a avaliar pelas últimas pistas da PJ, a ser verdade... ui!, que cara de pau desta gente!
Se as suspeitas sobre os pais se revelarem verdadeiras... o choro em público... o sofrimento... os pedidos de ajuda... as viagens... as missas... a boa vontade de quem tenta ajudar... a atenção por parte dos media... o circo que se armou à volta daquilo, que até a família Beckam se envolveu nisso... as atenções... isto para não falar do acto em si (que é, no fundo, o mais importante) ou do que possa ter efectivamente acontecido, ou como, ou... eu sei lá!
Vou continuar a acreditar que não é nada disso. Porque se for...
Concluindo: uma coisa é negligência, outra é a actual suspeita. E isso, minha gente, para mim, é inqualificável.
Se comentarem, falem sobre bolos de chocolate, ok? Ou, pelo menos, não envolvam nomes. Não gostaria de ter pessoal a cair aqui por causa de buscas sobre este último assunto. Thanks!
E a música! Ai, o quanto eu gosto desta...
