quinta-feira, agosto 02, 2007
Divisão de tarefas ou superioridade?
Pois eu sou, primeiramente, a favor da superioridade dos homens!
Em número, claro....
OK, eu explico: se eles forem muitos, as mulheres têm bem mais por onde escolher (e, como é lógico, alguns deles também terão mais por onde escolher... entre si).
Se a superioridade (numérica, sempre numérica, o resto é um mito e todos sabemos bem disso - mental note to self: parar de arranjar lenha para me queimar) estiver concentrada neles, elas serão consideradas "bens escassos", verdadeiras raridades e, se forem racionais (ora aí está um desafio: pedir a uma mulher para ser racional a maior parte do tempo - mental note to self part II: ler a mental note to self anterior), serão capazes de escolher o companheiro que, tendo a noção da sorte brutal que lhe calhou na rifa, será capaz de fazer seja o que for, incluindo dividir as tarefas domésticas, aumentando a qualidade de vida de ambos os dois (eu gosto de pleunasmos, tá?)
Onde é que falha a teoria? É que nem sempre os homens dão valor ao que têm... enquanto têm...
Esta última nota fez-me recordar os tempos em que estava a estudar para a cadeira de Economia Internacional. Aprendi uma série de teorias, umas mais cómicas do que outras (como tudo na vida, portanto), cujo único ponto em comum se encontrava na notinha de rodapé que dizia, em letras muito pequeninas, qualquer coisa do género "como facilmente se poderá constatar, esta teoria não terá aderência à realidade devido ao elevado número de pressupostos". Ora, se existiram gajos que escreveram tretas que eu fui obrigada a estudar, também eu posso debitar as minhas pseudo-teorias sobre a lógica da batata... ou não!
Ora aqui fica mais uma das músicas que eu gosto. E muito!
quarta-feira, agosto 01, 2007
Há quem chame vida a isto...

Os meses passam e tudo fica na mesma.
As semanas correm ... e novidades, nem vê-las!
Os dias voam e nada muda.
Espero, pergunto, bato às portas...
Surge uma janela ali, uma oportunidade além,
Mas sempre tudo muito aéreo.
Aqui, agora e já!
Porra!
(enquanto tudo muda à minha volta, a música fica; isso ainda posso controlar!)
segunda-feira, julho 30, 2007
O fim do mundo está próximo?
A minha opinião é: SIM, definitivamente o fim do mundo está ali ao virar da esquina. Mas desde quando é que matemáticos (portugueses, ainda por cima! OK, este é metade romeno) escrevem livros com alguma piada?
Perdi-me a lê-lo, o que me obrigou a roubar horas ao sono, pois os outros compromissos não eram elásticos; enfim, certas manias nunca irão abandonar-me, e perder a noção do tempo e do espaço enquanto me delicio a desfrutar da leitura de um (bom) livro será, seguramente, uma delas. E até posso comer uma peça de fruta ao mesmo tempo, se calhar até me faz melhor...
Sempre gostei de matemática, nas suas várias vertentes. Correndo o risco de ser internada após escrever isto, aqui confesso que adorei estudar para a prova de aferição e para a específica de matemática, no longínquo ano de 1994. Tinha um livro cheio de exercícios e testes para estudar e treinar. Nessa altura, em vez de fazer um intervalo de hora a hora, descontraía entretendo-me a fazer uns testes de entrada para umas universidades que não menciono aqui, pois não me fica bem... adiante, que se faz tarde!
Tive igual prazer em 2002, quando mergulhei no maravilhoso mundo do GMAT, ainda que, neste caso, apenas 40% do exame teria a ver com matemática.
Voltando ao livro: gostei. E muito!
Explica de uma forma acessível uma data de raciocínios, mostra aplicações práticas (e, já agora, úteis) desse monstro de 7 cabeças que a maior parte dos putos (e não só) se orgulha em dizer que detesta.
Responde a perguntas, deixa outras no ar.
Fala de génios (sem lâmpada) vivos e de referências que já cá não estão; junta algumas intrigas e diz-que-disse, dando um ar humano (tipo, mulher do soalheiro... ou dona da padaria) à coisa.
Aproveita até para espetar (ainda mais!!!) a lança no estado do ensino em Portugal...
Peca por se repetir volta e meia. Acredito igualmente que o Jorge Buescu goste muito de futebol, já que, também ele, tem um pouco a mania de se referir a si mesmo* na terceira pessoa (o autor destas linhas aqui... o autor destas linhas ali...).
Resta esperar que os outros dois livros (este e este – pai, clica naqueles estes, se faz favor), apareçam milagrosamente lá em casa. (Percebeste, pai querido?)
Ah, e sim, a pergunta sobre o fim do mundo é respondida...
*- Ó Teresa: “se referir a si mesmo” é um pleonasmo de primeira espécie inventadinho por esta mente retorcida (a saber: a minha) ou é assim mesmo que se escreve? “Obrigadinhus”
E a música, não é fabulosa? E aquela parte do obrigado?
sexta-feira, julho 27, 2007
E eu que pensava que era a rainha da desconversa!*
quarta-feira, julho 25, 2007
Post telegráfico - ando muito ocupada, que querem?
A única coisa que posso afirmar é que nunca mais nada será igual (olha que expressão mais linda!!! Não quer dizer nadinha, mas fica mesmo bem, bolas!). Se não se acreditam, perguntem aos senhores do restaurante, que tão simpáticos e pacientes (muito pacientes, de facto!) foram connosco.
Eu sei que o post está uma caca, mas ando às voltas com o tempo; contudo, não poderia deixar passar em branco um dos acontecimentos mais ou menos importantes - sim, se eu disser que é dos mais importantes, pensarão que nenhuma de nós tem mais que fazer na vida (e coordenar agendas foi quase desesperante! Mas, havendo vontade...); se disser que é pouco importante, estarei a desconsiderar tão agradáveis companhias... presa por ter cão e presa por não ter, não é? Daí eu dizer que a virtude se encontra no meio... - deste Verão, bem melhor do que muitos festivais com concertos de música, miúdos giros, bebidas à borla e outras coisas que poderiam fazer sombra (mas não fazem) a este evento! Enfim, do melhor...
E para passar a cores e não em branco, cá fica o registo:
Ora digam lá que não somos todas lindas e maravilhosas, hum? Hehe...
E a música vem mesmo a calhar, não vem?
Ah, já me esquecia: ADOREI!!!!!
Ass: Cangalheira Famosa
P.S. Pena que até agora não tenha percebido quem é esse tal de Apocalipse... sou mesmo distraída!
