Ou: let the force stay with me (há que adaptar as frases às situações)
Tenho uma prima relativamente afastada, da geração dos meus pais, com quem convivo de vez em quando, e quase sempre à quinta-feira.
Lá nos encontrámos, desta feita para ver uma peça de ballet moderno (“que seca!”, disse-me o meu pai ao telemóvel, quando lhe disse o que ia fazer nas 3 horas seguintes).
Questões até agora:
1. Três (3) horas de ballet moderno? Já agora, porque não um dia inteiro, hum? Eu, pelo menos, estou sentadinha. Que raio é que farão aqueles tipos em TRÊS horas (com intervalo);
2. O meu pai avisou-me. Mas eu já tinha dito que sim, não podia dar o dito pelo não dito, que sou uma mulher de palavra; será que eu iria gostar?
3. A minha baby-sitter não quis ir. Será que ela sabia?
Não vou relatar a hora que assisti, porque já me está a dar o nervoso miudinho só de pensar naquilo. Aguentei heroicamente (ou seja, não adormeci) pouquinho mais que uma hora! Delicadamente, pedi desculpas à minha prima, disse-lhe que me ia embora, e fui espetar facas nas costas até à saída. Não fui a única, houve mais pessoal a desistir antes de mim; aliás, vou ligar à minha prima para saber se ficou alguém até ao fim (para além dela, que até parecia estar a gostar).
E como era quinta-feira... e já estou a sentir-me bem fisicamente, vamos lá apanhar uns ares nuns bares fixes em Lisboa! Com boa companhia, lá passei um serão agradável em sítios bem escolhidos.
sexta-feira, setembro 29, 2006
quarta-feira, setembro 27, 2006
Post dedicado à CK-Cilinha
CK filha, fico muito satisfeita por me incluires no teu leque público de amigos neuróticos. Acredita que sinto-me muito lisonjeada!
Contudo, se queres saber, acho que devias mesmo era criar uma parte para os amigos muuuuiiiiiito neuróticos e convidar-me para Presidente do Conselho de Administração, Presidente do Conselho Fiscal, Accionista Maioritária, CEO, CFO, CMO, Quadro Médio, Colaboradora, Vogal... e o que mais por aí houver. Sou versátil e o trabalho não me assusta.
Não é armar-me em especial de corrida, é só porque gosto de manter as minhas múltiplas personalidades à tona.
Contudo, se queres saber, acho que devias mesmo era criar uma parte para os amigos muuuuiiiiiito neuróticos e convidar-me para Presidente do Conselho de Administração, Presidente do Conselho Fiscal, Accionista Maioritária, CEO, CFO, CMO, Quadro Médio, Colaboradora, Vogal... e o que mais por aí houver. Sou versátil e o trabalho não me assusta.
Não é armar-me em especial de corrida, é só porque gosto de manter as minhas múltiplas personalidades à tona.
E amanhã, quinta-feira, irá começar... um novo começo
Desculpem o pleunasmo, mas desde que Camões usou o “vi claramente visto” e aquilo até resultou, também eu posso dar umas pequenas calinadas. Convenhamos que até acrescenta um certo charme à coisa.
O bom da vida reside nas imensas oportunidades que temos de começar de novo.
O mundo foi feito para os fortes.
Existe uma imensidão de pessoas incrivelmente interessantes à nossa procura e nós nem damos por elas.
A mudança começa em nós.
A luz ao fundo do túnel é muitas vezes um comboio na nossa direcção; contudo, a experiência diz-me que a seguir vem algo ainda melhor.
Como diria uma senhora que eu nem conheço, mas já a admiro: “O que se faz quando se perde um comboio? Apanha-se o seguinte!”.
Acho que irei reler este post muitas vezes. É que a mentalização também tem tudo a ver...
O bom da vida reside nas imensas oportunidades que temos de começar de novo.
O mundo foi feito para os fortes.
Existe uma imensidão de pessoas incrivelmente interessantes à nossa procura e nós nem damos por elas.
A mudança começa em nós.
A luz ao fundo do túnel é muitas vezes um comboio na nossa direcção; contudo, a experiência diz-me que a seguir vem algo ainda melhor.
Como diria uma senhora que eu nem conheço, mas já a admiro: “O que se faz quando se perde um comboio? Apanha-se o seguinte!”.
Acho que irei reler este post muitas vezes. É que a mentalização também tem tudo a ver...
terça-feira, setembro 26, 2006
Será vírus? Seria o álcool? Fui ver: ainda não sei
Bom, vamos esquecer o balde de água fria que levei ontem. Pelo menos é bom saber que existem pessoas correctas no mundo para além de mim e de mais meia dúzia de iluminados que tenho o prazer de conhecer.
Ainda não consegui perceber que raio é que me está a acontecer, mas parece que o meu organismo anda a querer fugir pela saída de emergência. Estou há dois dias com a maior gastroenterite de que tenho memória. E, pelos vistos, é geral. Não só na semana passada metade dos colaboradores da ilustre empresa onde trabalho passaram pelas mesmas dificuldades, como esta semana, outros coleguinhas e até pessoas que não têm rigorosamente nada a ver com a empresa andam com as calças na mão.
É que é mesmo muito desconfortável, a verdade é que nem consigo trabalhar decentemente e tenho de vir para casa de quarentena. E já lá vão 48 horas nesta brincadeira...
Ontem, com a febre e todo o mal-estar, achei por bem ir às urgências. Paguei € 8,50, fiquei à espera cerca de uma hora e meia, tinha prioridade baixa, ouvi aquilo que não queira ouvir (mas isso já é pessoal) e estava sentadinha (quetinha, pois àquelas casas de banho EU NÃO VOU!!!) ao pé de um senhor com uma fita da côr da minha (verde), a dizer para quem quisesse ouvir (e também para quem não quisesse: eu) que já lá estava há 4 horas! Conclusão 1: foi um programa alternativo para não se repetir. Conclusão 2: desisti e voltei para casa sem ser atendida.
O bom disto é que irá passar. Se eu fosse feia, já seria outra história...
Ainda não consegui perceber que raio é que me está a acontecer, mas parece que o meu organismo anda a querer fugir pela saída de emergência. Estou há dois dias com a maior gastroenterite de que tenho memória. E, pelos vistos, é geral. Não só na semana passada metade dos colaboradores da ilustre empresa onde trabalho passaram pelas mesmas dificuldades, como esta semana, outros coleguinhas e até pessoas que não têm rigorosamente nada a ver com a empresa andam com as calças na mão.
É que é mesmo muito desconfortável, a verdade é que nem consigo trabalhar decentemente e tenho de vir para casa de quarentena. E já lá vão 48 horas nesta brincadeira...
Ontem, com a febre e todo o mal-estar, achei por bem ir às urgências. Paguei € 8,50, fiquei à espera cerca de uma hora e meia, tinha prioridade baixa, ouvi aquilo que não queira ouvir (mas isso já é pessoal) e estava sentadinha (quetinha, pois àquelas casas de banho EU NÃO VOU!!!) ao pé de um senhor com uma fita da côr da minha (verde), a dizer para quem quisesse ouvir (e também para quem não quisesse: eu) que já lá estava há 4 horas! Conclusão 1: foi um programa alternativo para não se repetir. Conclusão 2: desisti e voltei para casa sem ser atendida.
O bom disto é que irá passar. Se eu fosse feia, já seria outra história...
quinta-feira, setembro 21, 2006
Que semana!
A partir de agora, as minhas semanas começam e acabam à Quinta. Sim, tenho a mania de ser diferente! Não é de Segunda a Domingo, como para o resto da malta ocidental. Senão, vejamos:
- foi numa Quinta que tive a distinta lata de dar o primeiro passo (e que passo!) e convidar o giraço, a.k.a. homem perfeito para tomar café;
- foi na Quinta passada que fiz 30 anos e tive a festa-surpresa da minha vida. Só depois é que encaixei alguns detalhes que não estavam a bater lá muito certo, mas enfim, caí que nem uma patinha! É no que dá ter uma baby-sitter e uma mana fabulásticas...
- hoje, Quinta-feira, acordei cansada como se fosse Segunda de manhã.
Por falar em acordar cansada: já me aconteceu de tudo, até já vi um porco a andar de bicicleta, mas nunca pensei que iria ser acordada com o telefonema do chefe do homem mais lindo do mundo (divide o título com o meu pai), que estava à espera dele há meia hora! Acho que o despertador não tocou... ou tocou muito baixinho.
Mental note: não me meter nos copos, não entrar na ideia louca de ir sair quando já estamos todos bem bebidos e, sobretudo, não comer (nem deixar que ele coma) maracujás e gengibre como se não houvesse amanhã. É que o amanhã foi hoje. Mas até pensei que poderia ser pior. Vou dormir...
- foi numa Quinta que tive a distinta lata de dar o primeiro passo (e que passo!) e convidar o giraço, a.k.a. homem perfeito para tomar café;
- foi na Quinta passada que fiz 30 anos e tive a festa-surpresa da minha vida. Só depois é que encaixei alguns detalhes que não estavam a bater lá muito certo, mas enfim, caí que nem uma patinha! É no que dá ter uma baby-sitter e uma mana fabulásticas...
- hoje, Quinta-feira, acordei cansada como se fosse Segunda de manhã.
Por falar em acordar cansada: já me aconteceu de tudo, até já vi um porco a andar de bicicleta, mas nunca pensei que iria ser acordada com o telefonema do chefe do homem mais lindo do mundo (divide o título com o meu pai), que estava à espera dele há meia hora! Acho que o despertador não tocou... ou tocou muito baixinho.
Mental note: não me meter nos copos, não entrar na ideia louca de ir sair quando já estamos todos bem bebidos e, sobretudo, não comer (nem deixar que ele coma) maracujás e gengibre como se não houvesse amanhã. É que o amanhã foi hoje. Mas até pensei que poderia ser pior. Vou dormir...
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